1 DADOS DO PROJETO

 

ENTIDADE : INSTITUTO BEM ESTAR BRASIL
PROJETO : Comunidades Digitais – Espaço Virtual de Desenvolvimento Local

CNPJ : 10.393.140/0001-20
ENDEREÇO: RUA DR. CARLOS LACERDA, 198 ALTOS – CENTRO

CIDADE/ESTADO : CAMPOS DOS GOYTACAZES-RJ
E-MAIL:INSTITUTO@BEMESTARBRASIL.ORG.BR
TELEFONE : 22-2726-9178 – 22-8842.0482
PRESIDENTE : MARCELO RODRIGUES SALDANHA DA SILVA
CPF: 041.840.127-60


2 HISTÓRICO, OBJETIVOS E IDEAIS

 

O Instituto Bem Estar Brasil é uma OSCIP com foco em educação, cidadania e trabalho e renda através de serviços tecnológicos e um mediador na captação de recursos para ICTs (Institutos de Ciência e Tecnologia).  Através dele podemos captar equipamentos apreendidos pela Receita Federal para fazer doações para a população e para outras entidades sem fins lucrativos, bem como, para a utilização dentro dos projetos.  Temos inexigibilidade para oferecermos estes serviços em Prefeituras do Brasil inteiro sem precisarmos passar pelos processos burocráticos existentes nas mesmas, pois, os serviços e equipamentos de infra-estrutura saem a preços de custo ou mesmo a custo zero para as Prefeituras.

O Instituto Bem Estar Brasil tem como objetivo promover a inclusão social e digital da população através de serviços tecnológicos gratuitos.  Nosso Instituto tem como principais parceiras a GM Soft Design (empresa de TI fundada em 1995) e UENF (Universidade Estadual do Norte Fluminense) e através dela temos acesso a conteúdos de capital intelectual necessário para o desenvolvimento de tecnologias inovadoras e de caráter social.  O Instituto disponibilizou todo seu potencial para produzir benefícios para o desenvolvimento da população; projetos como: educação à distância, treinamento e disseminação do conhecimento para utilização de técnicas desenvolvidas em ICTs direto para a comunidade e a disponibilização de ferramentas de controle social para o exercício da cidadania.  Este tipo de iniciativa é apoiado com fervor pelos governos federais e estaduais, bem como, entidades privadas com responsabilidade social.  Com isto, temos acesso aos editais de inclusão digital, de proteção ambiental e desenvolvimento social para ampliar a captação de recursos para a aplicação dos projetos citados.

Hoje, o projeto que está em funcionamento é a distribuição gratuita de acesso à internet banda larga.  A aceitação do Instituto perante a população é enorme, pois, estamos mudando alguns conceitos para a distribuição deste projeto de forma que todos participem democraticamente (vide regras).

Criamos os ideais do Instituto baseado na cultura WIKI (bibliografia – Wikinomics), onde não vale à pena concorrer e sim colaborar; firmando assim, parcerias com ICTs e Instituições de P&D (Planejamento e Desenvolvimento) de renome e com isso estamos cada vez mais mobilizando o empresariado e a comunidade com nossos projetos.

O Instituto trabalha em projetos sociais sem fins lucrativos, porém, criamos formas de captarmos verba privada para aumentarmos a potencialidade do mesmo e torná-los auto- sustentáveis (Leis 9.249/95, 9.790/99 e 8.313/91).   Todos os parceiros e patrocinadores poderão usufruir os benefícios dados, ou seja, ver o retorno do investimento feito aos projetos, não só pelo desconto em impostos, mas também pela aplicação em marketing oferecida pelo mesmo e ainda serão premiados com títulos de empresa com responsabilidade social reconhecidos pelos governos.  Isso responde exatamente de onde vem a vantagem de quem estiver participando deste projeto.  Recriar a sinergia de conexão entre quem quer ajudar com quem precisa de ajuda é uma de nossas metas; o retorno em marketing e estabelecer um canal bi-direcional com ambas as partes é a forma de tornar isso possível.

Criamos este projeto para fazer uma força popular ao qual poderá ser usada para fins maiores que o projeto em si.  O projeto visa criação de portais de transparência para os governos locais, seguindo os exemplos de países como os Estados Unidos (Data.Gov), fornecendo ferramenta indispensável para controle social das cidades; visa interação e poder de decisão em assuntos da comunidade perante o poder público; visa colaboração em massa, incentivando a disseminação do conhecimento entre seus usuários; estimulação a parcerias que agreguem desenvolvimento de negócios, aumentando a produtividade e a redução de custos de produtos e serviços; aquecimento e aumento da qualidade de serviços e produtos concorrentes dos oferecidos pelo projeto; criações de cooperativas de trabalhos, dentro das comunidades, para atender a demanda de serviços para empresas e geração de empregos e renda extra para a população; metodologia de ensino a distância para a população, com conteúdo desenvolvido dentro de universidades e outras entidades de ensino; desenvolvimento de cursos de capacitação e treinamento específicos de empresas da região, através da metodologia de modelagem (PNL).  Cooperativas poderão se desenvolver facilmente dentro das comunidades gerando renda extra e sustentabilidade com apoio de ICTs, Ministério do Trabalho e órgãos públicos e privados.

O projeto permite sua replicação para outras cidades, onde as próprias poderão gerenciar seus provedores comunitários.  A idéia central do projeto é que esta tecnologia fique sob gestão da população através de ONGs, associações de moradores ou outras entidades sem fins lucrativos, denominadas como Comitê Local de Gestão da Internet - Colgin; todas com CNPJ, pois, caso não sigam as regras do projeto, as mesmas poderão ser descredenciadas, mobilizando a população para direcionar a gestão para outro grupo eleito gerenciar o provedor comunitário em suas localidades.A infra-estrutura será patrimônio do IBEBrasil, caso o Colgin escolhido concorde em participar do projeto.  Todas as metodologias e processos de gestão do projeto serão disponibilizados por EAD, ajudando na capacitação dos Colgins.O IBEBrasil e parceiros irão prover todo o apoio administrativo, logístico e técnico nas fases de implantação; treinando e capacitando empresas de informática locais ou os técnicos dos Colgins que irão gerenciar a infra-estrutura.  O processo de fiscalização da qualidade e idoneidade sobre as empresas que prestarão os serviços técnicos será feito pelo Colgin e pela própria população local, através de indicadores que existirão no portal do projeto.

A criação de um meio físico viável é a “ponta do iceberg”, pois, como foi mostrado acima, poderemos disponibilizar vários outros benefícios através dele e assim facilitar a aplicação de subprojetos.  Para exemplificar mais a utilização destes, invoco a visualização de alguns destes subprojetos sendo disponibilizados por EAD, onde a interação será feita através de ferramentas de alta tecnologia, como jogos, dinâmicas, streaming, celulares e TV digital; a interatividade será em tempo real e hoje não podemos subestimar o poder que estas ferramentas vêm influenciando em nossas vidas, vemos fóruns, redes sociais, blogs e chats se tornarem os meios mais utilizados de comunicação do mundo e é exatamente neste conceito que estamos montando este projeto.  Segundo a Google, o que o rádio demorou 35 anos para atingir 50 milhões de consumidores, a internet fez em 3 anos.  Em 2006, houve 40% de crescimento em investimentos em marketing pela internet, quatro vezes mais se comparado com outras mídias.

Nosso Instituto está focado na utilização da internet como o meio mais eficaz de se transmitir educação, cidadania, lazer, trabalho e renda, cultura e integração, e este cenário, até agora, acreditamos ser o mais fértil para criarmos verdadeiras mudanças no desenvolvimento do país.

3 SUBPROJETOS SOCIAIS

 

a) Telefonia grátis (Servidor SIP-VoIP e URA) (DigiVoice)

b) Educação à distância (palestras, aulas, cursos etc) (Streaming) (GM Soft)

c) Rastreabilidade por RFID (etiqueta de rádio) (animais, árvores e veículos) (FIT)

d) Aplicação de aprendizado para deficientes auditivos (TTS e VR) (UENF)

e) Aplicação de auxílio para deficientes visuais (TTS e VR) – (GENIOS)

f) Portal de Transparência para prefeituras (ASP com MSSQL) (GM Soft)

g) WebTV e Radio on line (Streaming) (GM Soft)

h) Aplicativo de suporte remoto e chat para auxilio a usuários (LogMeIn) (GM Soft)

i) Amadeus (Ensino à Distância) (UFPE)

j) IPed Social (Cursos profissionalizantes online) (IPed)

k) Sistema de Vigilância Urbana - câmeras de vídeo (GM Soft ou PRONASCI)

Todos os subprojetos são frutos de parcerias e utilização de capital intelectual de ambas as partes. Existem ainda projetos para fins comerciais, porém, não serão exemplificados neste documento pelo fato de ser um portfólio de projetos sociais.

4 APOIO E PATROCINADORES

 

1) UENF – Universidade Estadual do Norte Fluminense

2) GM Soft Design

3) Laboratório Plínio Bacelar

4) PURAC Sinteses

5 ENTIDADES DE FOMENTO

1) FAPERJ – Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro

Marcelo Saldanha


Presidente do Instituto Bem Estar Brasil




 
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