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O
Instituto
Bem
Estar
Brasil
é
uma
OSCIP
com
foco
em
educação,
cidadania
e
trabalho
e
renda
através
de
serviços
tecnológicos
e
um
mediador
na
captação
de
recursos
para
ICTs
(Institutos
de
Ciência
e
Tecnologia).
Através
dele
podemos
captar
equipamentos
apreendidos
pela
Receita
Federal
para
fazer
doações
para
a
população
e
para
outras
entidades
sem
fins
lucrativos,
bem
como,
para
a
utilização
dentro
dos
projetos.
Temos
inexigibilidade
para
oferecermos
estes
serviços
em
Prefeituras
do
Brasil
inteiro
sem
precisarmos
passar
pelos
processos
burocráticos
existentes
nas
mesmas,
pois,
os
serviços
e
equipamentos
de
infra-estrutura
saem
a
preços
de
custo
ou
mesmo
a
custo
zero
para
as
Prefeituras.
O
Instituto
Bem
Estar
Brasil
tem
como
objetivo
promover
a
inclusão
social
e
digital
da
população
através
de
serviços
tecnológicos
gratuitos.
Nosso
Instituto
tem
como
principais
parceiras
a
GM
Soft
Design
(empresa
de
TI
fundada
em
1995)
e
UENF
(Universidade
Estadual
do
Norte
Fluminense)
e
através
dela
temos
acesso
a
conteúdos
de
capital
intelectual
necessário
para
o
desenvolvimento
de
tecnologias
inovadoras
e
de
caráter
social.
O
Instituto
disponibilizou
todo
seu
potencial
para
produzir
benefícios
para
o
desenvolvimento
da
população;
projetos
como:
educação
à
distância,
treinamento
e
disseminação
do
conhecimento
para
utilização
de
técnicas
desenvolvidas
em
ICTs
direto
para
a
comunidade
e
a
disponibilização
de
ferramentas
de
controle
social
para
o
exercício
da
cidadania.
Este
tipo
de
iniciativa
é
apoiado
com
fervor
pelos
governos
federais
e
estaduais,
bem
como,
entidades
privadas
com
responsabilidade
social.
Com
isto,
temos
acesso
aos
editais
de
inclusão
digital,
de
proteção
ambiental
e
desenvolvimento
social
para
ampliar
a
captação
de
recursos
para
a
aplicação
dos
projetos
citados.
Hoje,
o
projeto
que
está
em
funcionamento
é
a
distribuição
gratuita
de
acesso
à
internet
banda
larga.
A
aceitação
do
Instituto
perante
a
população
é
enorme,
pois,
estamos
mudando
alguns
conceitos
para
a
distribuição
deste
projeto
de
forma
que
todos
participem
democraticamente
(vide
regras).
Criamos
os
ideais
do
Instituto
baseado
na
cultura
WIKI
(bibliografia
–
Wikinomics),
onde
não
vale
à
pena
concorrer
e
sim
colaborar;
firmando
assim,
parcerias
com
ICTs
e
Instituições
de
P&D
(Planejamento
e
Desenvolvimento)
de
renome
e
com
isso
estamos
cada
vez
mais
mobilizando
o
empresariado
e
a
comunidade
com
nossos
projetos.
O
Instituto
trabalha
em
projetos
sociais
sem
fins
lucrativos,
porém,
criamos
formas
de
captarmos
verba
privada
para
aumentarmos
a
potencialidade
do
mesmo
e
torná-los
auto-
sustentáveis
(Leis
9.249/95,
9.790/99
e
8.313/91).
Todos
os
parceiros
e
patrocinadores
poderão
usufruir
os
benefícios
dados,
ou
seja,
ver
o
retorno
do
investimento
feito
aos
projetos,
não
só
pelo
desconto
em
impostos,
mas
também
pela
aplicação
em
marketing
oferecida
pelo
mesmo
e
ainda
serão
premiados
com
títulos
de
empresa
com
responsabilidade
social
reconhecidos
pelos
governos.
Isso
responde
exatamente
de
onde
vem
a
vantagem
de
quem
estiver
participando
deste
projeto.
Recriar
a
sinergia
de
conexão
entre
quem
quer
ajudar
com
quem
precisa
de
ajuda
é
uma
de
nossas
metas;
o
retorno
em
marketing
e
estabelecer
um
canal
bi-direcional
com
ambas
as
partes
é
a
forma
de
tornar
isso
possível.
Criamos
este
projeto
para
fazer
uma
força
popular
ao
qual
poderá
ser
usada
para
fins
maiores
que
o
projeto
em
si.
O
projeto
visa
criação
de
portais
de
transparência
para
os
governos
locais,
seguindo
os
exemplos
de
países
como
os
Estados
Unidos
(Data.Gov),
fornecendo
ferramenta
indispensável
para
controle
social
das
cidades;
visa
interação
e
poder
de
decisão
em
assuntos
da
comunidade
perante
o
poder
público;
visa
colaboração
em
massa,
incentivando
a
disseminação
do
conhecimento
entre
seus
usuários;
estimulação
a
parcerias
que
agreguem
desenvolvimento
de
negócios,
aumentando
a
produtividade
e
a
redução
de
custos
de
produtos
e
serviços;
aquecimento
e
aumento
da
qualidade
de
serviços
e
produtos
concorrentes
dos
oferecidos
pelo
projeto;
criações
de
cooperativas
de
trabalhos,
dentro
das
comunidades,
para
atender
a
demanda
de
serviços
para
empresas
e
geração
de
empregos
e
renda
extra
para
a
população;
metodologia
de
ensino
a
distância
para
a
população,
com
conteúdo
desenvolvido
dentro
de
universidades
e
outras
entidades
de
ensino;
desenvolvimento
de
cursos
de
capacitação
e
treinamento
específicos
de
empresas
da
região,
através
da
metodologia
de
modelagem
(PNL).
Cooperativas
poderão
se
desenvolver
facilmente
dentro
das
comunidades
gerando
renda
extra
e
sustentabilidade
com
apoio
de
ICTs,
Ministério
do
Trabalho
e
órgãos
públicos
e
privados.
Estamos
fechando
parceria
com
a
Google,
onde
será
disponibilizado
um
crédito
de
U$
10.000
(dez
mil
dólares)
por
mês
para
se
fazer
propaganda
do
projeto
pela
internet,
aumentando
a
área
de
abrangência
do
mesmo.
Reescrevemos
o
projeto
de
forma
legal
para
a
sua
distribuição
gratuita
para
outras
cidades,
onde
as
próprias
poderão
gerenciar
suas
infra-estruturas.
A
idéia
central
do
projeto
é
que
esta
tecnologia
fique
em
poder
da
população
através
de
ONGs,
associações
de
moradores
ou
entidades
sem
fins
lucrativos,
denominadas
como
provedores
comunitários;
todos
com
CNPJ,
pois,
caso
não
sigam
as
regras
do
projeto,
as
mesmas
poderão
ser
descredenciadas,
ofertando
a
vaga
para
outra
entidade
gerenciar
o
projeto.
Para
isso,
a
infra-estrutura
será
incluída
no
patrimônio
do
comitê
local
de
gestão
do
projeto,
que
por
sua
vez
poderá
ser
capacitada
pelas
entidades
fundadoras
do
projeto
(Instituto
Bem
Estar
Brasil
ou
outra
entidade
competente),
caso
não
tenham
total
domínio
da
gestão.
Todas
as
metodologias
e
processos
do
projeto
serão
disponibilizados
por
EAD,
ajudando
na
capacitação
dos
comitês
locais.
O
comitê
local
irá
prover
todo
o
apoio
administrativo,
logístico
e
técnico
nas
fases
de
implantação;
treinando
e
capacitando
empresas
de
informática
locais
ou
técnicos
dos
provedores
comunitários
que
irão
gerenciar
o
projeto.
O
processo
de
fiscalização
da
qualidade
e
idoneidade
sobre
as
empresas
que
prestarão
serviços
técnicos
será
feito
pelo
provedor
comunitário
e
pela
própria
população
local,
através
de
indicadores
que
existirão
no
portal
do
projeto.
A
criação
de
um
meio
físico
viável
é
a
“ponta
do
iceberg”,
pois,
como
foi
mostrado
acima,
poderemos
disponibilizar
vários
outros
benefícios
através
dele
e
assim
facilitar
a
aplicação
de
subprojetos.
Para
exemplificar
mais
a
utilização
destes,
invoco
a
visualização
de
alguns
destes
subprojetos
sendo
disponibilizados
por
EAD,
onde
a
interação
será
feita
através
de
ferramentas
de
alta
tecnologia,
como
jogos,
dinâmicas,
streaming,
celulares
e
TV
digital;
a
interatividade
será
em
tempo
real
e
hoje
não
podemos
subest imar
o
poder
que
estas
ferramentas
vêm
influenciando
em
nossas
vidas,
vemos
fóruns,
redes
sociais,
blogs
e
chats
se
tornarem
os
meios
mais
utilizados
de
comunicação
do
mundo
e
é
exatamente
neste
conceito
que
estamos
montando
este
projeto.
Segundo
a
Google,
o
que
o
rádio
demorou
35
anos
para
atingir
50
milhões
de
consumidores,
a
internet
fez
em
3
anos.
Em
2006,
houve
40%
de
crescimento
em
investimentos
em
marketing
pela
internet,
quatro
vezes
mais
se
comparado
com
outras
mídias.
 Nosso
Instituto
está
focado
na
utilização
da
internet
como
o
meio
mais
eficaz
de
se
transmitir
educação,
cidadania,
lazer,
trabalho
e
renda,
cultura
e
integração,
e
este
cenário,
até
agora,
acreditamos
ser
o
mais
fértil
para
criarmos
verdadeiras
mudanças
no
desenvolvimento
do
país.
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